escrito por Pedro a 10 de Abril de 2008 às 11:54 | Permalink
Até agora só usei o Facebook por duas vezes: ver colecções de fotografias de uma amiga ERASMUS e para tentar ver como me saía no viciante Traveller IQ Test. Por Portugal, a massificação das redes sociais começa e acaba, pelo que leio, no Hi5. No Brasil é o Orkut que dá que falar. Em países Anglo-Saxónicos, é mesmo o Facebook. Eu entendo porquê. Tem bom aspecto, é fácil de usar e, mais importante do que isso, tem funcionalidades que davam para acabar com a fome do mundo.
Ora, com a viciante melodia do Here Come’s Another Bubble chega agora um vídeo de paródia/revolução/macacada contra o Facebook e as suas aplicações. Dá para bater o pé.
No entanto, o vídeo original continua a ganhar-lhe aos pontos. Preciso de arranjar uma vida. :-)
escrito por Pedro a 9 de Abril de 2008 às 20:21 | Permalink
Foi hoje lançado o novo serviço do Flickr onde os utilizadores (para já apenas aqueles que são membros pro) podem fazer o upload de vídeos. Ao contrário do YouTube, o Flickr apenas permite clips com o máximo de 90 minutos e 150MB, sendo a ideia complementar as séries de fotografias das nossas últimas férias ou saída com os amigos com mini-clips.
Além disso, o Flickr tem um interface bem mais agradável do que o emaranhado que é o YouTube, o que faz dele um sucesso instantâneo. Para mim, que só ligo ás aparências. :-)
Que vídeo pateta, não acham? Se não entendem o que é aquilo, é simples: uma Bobina de Tesla e o Bender do Futurama a brincar com ela. O mais estranho é que eu consegui fazer aquilo mesmo na manhã do dia de ano-novo, quando acordei carregado de electricidade estática e a descarreguei pelos lençóis do ETAP de Bruxelas fora. Ele há coisas bastantes estranhas neste mundo em que vivemos. Ai.
escrito por Pedro a 9 de Abril de 2008 às 14:33 | Permalink
Antes de mais, aceitem que acabei de introduzir uma nova palavra no dicionário português. Viral. Isto porque “Vídeo Vírico” ou “Vídeo Viroso” não me soa mesmo nada bem.
No último episódio do South Park, os miúdos começam por se perguntar como é que podem ganhar dinheiro com a Internet. Daí até matarem dez das “estrelas” mais famosas do YouTube foi só um pequeno passado.
Na cena, todas as personagens estão à espera de receber o dinheiro do seu sucesso no YouTube. Na vida “real”, quem lucrou ou ainda lucra com os tais vídeos virais foram as personagens que se lembraram de pôr os ditos vídeos on-line.
Agora, para quem não faz a mínima ideia do que se acabou de passar no vídeo de cima, experimentem passar por estes links quando não tiverem realmente nada para fazer, e não tardarão a ver a luz.
Um vídeo viral, ou meme, é um vídeo que obtem grande sucesso através do boca-a-boca. E tem grande sucesso porque, regra geral, faz-nos rir do mal dos outros. Ou da inocência dos outros. Em suma, faz-nos rir dos outros, e apesar de toda gente o negar, todos gostam de fazer pouco do resto do mundo. Não? A ver. Bons risos.
escrito por Pedro a 8 de Abril de 2008 às 22:57 | Permalink
A Internet é, de momento, mais ou menos como o metro do Porto. De um conceito underground deu origem a um modo de vida completamente exposto ao público. Ok, a comparação pode não ser magnífica, mas pelo menos já encheu um parágrafo.
Acontece então que a agência de design estratégico Information Architects Japan criou o verdadeiro mapa da rede mais utilizada diariamente. Da Internet, entendem? No mapa estão representadas à volta de 300 páginas/estações, ligadas por diferentes linhas que subentendem diferentes tendências nos conteúdos. Não conheço a maior parte dos sites mencionados e tão pouco me parece que alguém consiga percorrer aquela linha de metro convictamente num só dia.
No entanto, tenho de ser franco relativamente ao quão PORREIRO acho este mapa. É um bocado viciante tentar entender onde vai dar cada linha, por onde passa, e porque raio é que ainda ninguém se tinha lembrado de chamar Vaticano ao Google.
Resta-me descobrir a maior parte daquelas páginas, ficar ainda mais encantado com as potencialidades desta rede que cresce a cada dia e deixar as coisas realmente importantes para segundo plano. Tenho mesmo de repensar as minhas prioridades.
escrito por Pedro a 7 de Abril de 2008 às 21:24 | Permalink
Lançado em Março de 2007 e ainda em fase beta, o Mahalo.com é um motor de busca diferente pois os seus resultados são, à semelhança da Wikipedia, gerados apenas por mãos humanas, sem recursos a algoritmos de pesquisa na web. Nesta entrevista de Robert Scobler, Jason Calcanis descreve como surgiu a ideia do Mahalo e como funciona este motor de busca criado pelas mãos de empregados e anónimos.
A ideia do Mahalo é fornecer um motor de busca que apresente ao utilizador menos resultados mas mais direccionados às pesquisas realizadas. Para quem quiser ajudar a criar este universo e receber alguns dólares - que apesar da queda ainda valem algum dinheiro - em troca, basta que se registe na Mahalo Greenhouse.
Rapaz de 22, solteiro, pouco criativo e com jeito para a macacada procura conteúdo para lhe encher as horas de ócio entre as leituras de artigos e as pausas para o café. Apontar é feio, foi o que a minha mãe me ensinou. Eu cá aponto na mesma. Tu também?
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