Estas escadas flutuantes fazem parte de um projecto de extensão do último andar de uma residência privada em Roterdão. O projecto, Didden Village, foi desenvolvido pelo estúdio de arquitectura holandês MVRDV e está a causar alguma polémica em Roterdão.

Apesar da originalidade das escadas de acesso à nova divisão no telhado do prédio, este projecto está a causar alguma polémica na cidade Holandesa devido ao forte contraste da obra final com a zona onde se insere.
Não posso dizer que me agrade o resultado final das obras de expansão do telhado - ainda que original - mas as escadas são sem dúvida alguma uma delícia.
Esqueçam os escritórios à Disneyland do Google. Se há umas entradas atrás se falava de carruagens estilizadas pelo IKEA, agora mostro-vos carruagens transformadas em local de trabalho. A Village Underground é uma organização sem fins lucrativos que ajuda empresas criativas a lançarem o seu negócio.

Localizada em East London, esta organização pegou em carruagens antigas da Jubilee Line do Metro de Londres, atirou-as para cima de um imponente armazém e assim criaram mais um centro artístico na capital Inglesa. Por favor dêem uma vista de olhos rápida à página oficial deles.
Não me perguntem porque é que alguém vai querer ter uma luz de leitura a sair de uma palha (sim, daquelas por onde geralmente bebem seja lá o que for que vocês bebem. O que é certo é que o designer Sung-Kyu Nam criou uma palha que ilumina através de um led criado numa das extremidades na praia.

A ideia é pateta, tem bom aspecto e eu estou aqui é para documentar coisas dessas em vez de estar a ler os artigos que tenho ali em cima da cama à espera de “um tempinho”. Ah! Se já se perguntaram como é que aquilo funciona, é simples: dobram a palha e ela liga, tornam a esticá-la e ela desliga. É isso mesmo.
A freshome publicou um artigo com as 16 camas mais modernas e diferentes que alguma vez vimos (ou pelo menos é o que eles dizem). Como bom rapaz que sou, e já que nunca se sabe quando podemos ter de comprar uma das 16 camas mais modernas e diferentes que eu e o mundo alguma vez vi, fui tirar as minhas próprias conclusões.
Existem camas que afinal são baloiços, camas que se guardam no tecto, camas que se encaixam em armários, camas que se transformam em salas de cinema, e depois existe esta coisa que me chamou à atenção.

Chama-se Feel Seating System, foi desenhada pela agência israelita Animi Causa e tem um aspecto de puff/cama/cobertor/sala-de-pilates mais agradável que vi. Talvez porque nunca tinha visto um puff/cama/cobertor/sala-de-pilates antes, mas adiante. Esta cama é feita de 120 bolas cobertas com um tecido elástico e, dizem eles com muita razão, “se fores uma pessoa brincalhona podes usá-la de muitas formas criativas”.
Da próxima vez que meterem cinquenta cêntimos numa mesa de matraquilhos vão se lembrar deste post. A agência GRO Design decidiu redesenhar esta popular mesa para a apresentar na própria Feira de Design em Milão. Acho que as imagens falam por si.

Apesar de se parecer por uma banheira, e pelo vídeo que vi os barulho metálico dos bonecos ser extremamente irritante, não me importava nada de jogar nesta coisa uma vez por outra. Além de que ia ficar a matar na maior parte dos restaurantes e bares que abrem diariamente por cá.
Depois de começar a ler o “How Would You Move Mount Fuji?” que o Quelhas me emprestou fiquei bastante esclarecido relativamente à insustentabilidade de qualquer convicção que pudesse vir a ter em relação a trabalhar no Google.
O problema é quando nos mostram fotografias dos novos escritórios em Zurique, aqui tão perto. É que tendo um objectivo daqueles em mente até eu conseguía dizer porque é que as tampas de esgoto são redondas ou quantas bolas de golfe cabem num 747.
